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FUNÇÃO SOCIAL DA ESCOLA

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Izabel Sadalla Grispino *

A função da escola é complexa, ampla, diversificada. Tem necessidade de dedicação exclusiva por parte do professor, necessidade de acompanhar as mudanças que se processam aceleradamente no campo de trabalho, atualizando o seu currículo e sua metodologia.

Para dar sustentação às contínuas evoluções, a escola precisa ressaltar um ensino que crie conexão entre o que o aluno aprende nela e o que ele faz fora dela; conexão entre o ensino formal e o mundo do trabalho, entre o conhecimento e a vida prática do aluno. Vincula a educação escolar com o mundo do trabalho.

Os conteúdos curriculares devem estabelecer a relação entre teoria e prática, através de situações próximas da realidade do aluno, permitindo que os conhecimentos adquiridos melhorem sua atuação na vida cotidiana. A metodologia aplicada deve ensejar ao aluno fazer ligações entre o que aprende em sala de aula e o que exercita na prática diária.

A escola contextualiza o currículo, ministrando um conhecimento que faça sentido à vida do aluno. Estabelece uma relação entre o conhecimento e as ações do dia-a-dia. Em sala de aula, os alunos são caminhos a serem traçados e o professor, o agente condutor dessa ação, sempre na mira de papel auto-regulador dos mercados. Na sua função social, o professor desenvolve competências para a vida, levando o aluno a interagir com o meio em que vive.

A escola, abraçando a transformação, encara a educação como um ato social de mudança e avanço tecnológico. É fundamental a relação entre conclusão de escolaridade e inclusão no mercado de trabalho. O entorno sociocultural, quando percebido pelo aluno, o motiva para o estudo. Hoje, os jovens sabem que sem educação não se colocarão no mundo do trabalho. As empresas exigem o nível médio de escolaridade para qualquer função, por mais simples que seja. Essa atualidade da educação na sociedade é uma característica não só brasileira, mas mundial.

Contudo, a escolaridade deve vir acompanhada de qualidade. Nesse item, o Brasil engatinha; enquanto os países desenvolvidos já têm sistema educacional de qualidade acessível a todos e estável, nós beiramos à periferia da educação. Nosso ensino fundamental tornou-se universal (+ de 90%), há menos de uma década, nosso ensino médio ainda não chega à metade dos estudantes e apenas 9% dos jovens estão nas universidades. Esses dados foram fornecidos, no início do mês de setembro de 2005, pelo relatório do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH). Mostra, ainda, que o País aplica 4,2% do seu Produto Interno Bruto (PIB) em educação. Gasta menos do que deveria.

Em junho de 2005, o governo lançou um conjunto de programas e projetos intitulado: “Ações para a qualidade da Educação”. Nosso passivo histórico precisa de um esforço muito grande para tentar recuperar a dívida brasileira na educação. Uma das medidas dessas ações é a elevação de 8 para 9 anos a duração do ensino fundamental, favorecendo a inclusão educacional de alunos das camadas populares.

Outras medidas louváveis são: a) a criação de bolsas de estudo para os programas de formação de professores do ensino básico da rede pública; b) a criação do Programa de Educação Tutorial (PET), que visa fomentar iniciação científica de estudantes de graduação, por meio de bolsas concedidas a alunos e professores-tutores; c) a criação do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb); d) a criação do programa Escola de Fábrica, que prevê a abertura de cursos profissionalizantes dentro de empresas, favorecendo o ingresso de alunos pobres no mercado de trabalho.

Esses projetos se vierem respaldados por consistentes implementações, com precisão na ordenação de sua execução, poderão, sem dúvida, trazer benefícios salutares. Tem que haver uma boa estruturação e um acompanhamento eficaz de suas aplicações.

A verdade é que há, ainda, muito que se fazer para elevar o nível educacional de nossas escolas públicas, tendo em vista aumentar a renda da população. Um corolário se forma: a educação influi nas condições de vida da população e essas mesmas condições de vida interferem na educação. A Organização das Nações Unidas (ONU), pelo programa Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), vem demonstrando que as condições de vida dos cidadãos de cada país são importantes quando se fala em desenvolvimento. O Índice, publicado em 6 de setembro de 2005, avalia longevidade, renda e educação e o Brasil melhorou muito pouco no IDH. Mantém a 63.ª colocação no ranking das Nações Unidas. O índice brasileiro subiu de 0,790 para 0,792, permanecendo com grandes diferenças sociais. É o oitavo mais desigual do mundo e está na companhia de países extremamente pobres, como Lesoto, Namíbia e Suazilândia. Na América Latina, apenas a Guatemala tem um índice pior.

A conclusão é de que é preciso estimular o crescimento em favor dos pobres. Sem crescimento, um país como o Brasil, não consegue suprir as necessidades de sua população e esse crescimento precisa vir acompanhado de escolarização que ressalte a qualidade. Precisa assegurar um mínimo de qualidade num setor de suma importância para o desenvolvimento social e econômico do País. Precisa assistir com afinco o nosso sistema educacional, deixar de olhar os trincos da casa e se dar conta do alicerce que pode ruir.

A escola, em sua função social, tem um olhar constante voltado à sociedade, conectando seu saber com a prática cotidiana do aluno, preparando-o para o exercício profissional. A experiência de vivenciar as situações de aprendizagem ensina o convívio em grupo, indispensável para a vida e o trabalho.

* Supervisora de ensino aposentada.        
(Publicado em fevereiro/2006)


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