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Esclarecimentos Necessários

ESCLARECIMENTOS NECESSÁRIOS SOBRE ESTE NOVO SITE

POÉTICO-LITERÁRIO DA PROFESSORA IZABEL SADALLA GRISPINO

Este site foi idealizado por mim, Francisco Graciano Grispino, esposo que fui da autora, para expor os trabalhos poético-literários  da Profa. IZABEL SADALLA GRISPINO e que constará de 3 (três) itens.

O primeiro item diz respeito ao livro “PRÁTICA PEDAGÓGICA (Estruturando Pedagogicamente a Escola)”, editado em 2004.

O segundo  é composto de “Poesias”, um de seus hobbys, nas horas de lazer.

E a última parte, a terceira, diz respeito a Artigos Educacionais, escritos e publicados, durante quase uma década, em jornais de Ribeirão Preto, Araraquara, São Carlos, Guariba e Pradópolis, até a data de seu falecimento, ocorrido em 17/09/2007,  quando foi vítima  de um aneurisma cerebral.

 

izabel

ALGUNS DADOS SOBRE A AUTORA:

Izabel Sadalla Grispino nasceu na cidade de Guariba/SP. Fez seus primeiros estudos em sua terra natal e posteriormente (cursando o antigo Clássico), na cidade de Jaboticabal/SP. Em 1948, transferiu-se para a cidade de São Paulo, onde terminou, em Colégio Estadual, o curso iniciado em Jaboticabal.

Em 1950, ingressou na antiga e tradicional Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras, da Rua Maria Antonia, unidade pertencente à USP, licenciando-se, no ano de 1953, em Letras Neolatinas, dedicando-se, a partir daí, inteiramente ao setor educacional. No magistério, exerceu os cargos de Professora Secundária, lecionando português e francês, Diretora de Escola e Supervisora de Ensino, além de professora universitária.

Toda sua vida curricular, os prezados internautas a encontrarão na pág. 361 do livro “Prática Pedagógica”.

 

 

Eis na íntegra o que a autora escreveu nas duas “abas do livro” PRÁTICA PEDAGÓGICA (ESTRUTURANDO PEDAGOGICAMENTE A ESCOLA):

“Este livro apóia-se na pedagogia  da cooperação, libertadora, interativa. Pedagogia que, ao alcançar o sucesso da aprendizagem, colabora com a permanência do aluno na escola, evitando sua evasão ou repetência.

Integrar o aluno no ambiente escolar é a grande estratégia para o princípio de inclusão. Nesta virada democratizante da escola, os programas devem trazer uma preocupação com a integração do aluno em seu meio. O conhecimento deve estar relacionado com a realidade de onde o aluno sai. Em cada realidade, há um código, em nível diferente de elaboração, que distingue as diferentes falas.

O professor deve pesquisar o universo de linguagem de seus alunos e trabalhar, em sala de aula, com os níveis encontrados. Descobrir qual é o seu discurso, qual a cultura que o sedimenta e aceitar a sua fala.

A memória da cultura popular está enraizada na vida do povo. A escola não pode ignorá-la, desvalorizá-la, perante a idéia de uma sociedade luminosa. Essa cultura é importante para o aluno que vem dela, que vive nela.

Seu discurso, visto como importante por alguém diferente dele, cria momentos educativos, projetos educativos,em direção a uma educação ministrada com solidariedade e eqüidade social. O professor descobre, na voz do aluno, valores que representam a cultura de sua realidade e o aluno descobre que sua voz tem importância para o professor. Estabelece-se uma relação educativa de estímulo e confiança. O aluno da classe pobre, ao não se sentir humilhado culturalmente, eleva sua auto-estima, que vai garantir sua permanência na escola.

A alfabetização é ponto chave no sucesso da aprendizagem.   Ela,   também, deve partir do estudo da cultura da comunidade do aluno, em que nível lingüístico e cultural ele se encontra,  quando  chega  no 1.º ano do ensino

fundamental, e em que nível se quer fazê-lo chegar. A escola reconhecendo e respeitando o universo de onde veio o aluno, adaptando-se a ele, fará uma adequação do universo cultural que ele trouxe com o novo universo oferecido por ela, evitando que ele se sinta um estranho no ninho. Dessa maneira, a escola provocará uma ruptura bem menor desses universos. O aluno, aceito em sua maneira de ser, vai percebendo que é possível articular a sua linguagem com a da escola.

Reivindica-se à escola que, a partir de uma cultura popular – no caso da escola pública – ela crie uma consciência da sua necessidade de se formar um elo, uma relação de articulação serena, entre o seu universo e o da criança. No momento em que essa articulação se concretizar, a aprendizagem estará garantida. A criança não se sentirá frustrada, olhada como alguém que fala um discurso estranho. Perceberá que não há discurso distinto entre o dela e o da escola. Vai evoluir com naturalidade, não vai decorar ou repetir aquilo que lhe mandam. A passagem entre o seu mundo e o das letras processou-se de modo tranqüilo, com respeito e valorização.

Assim como esta, outras posturas educacionais trazem a este livro momentos de muita reflexão, de adequação à época em que vivemos e conseqüente mudança de mentalidade.

Confira você mesmo”.

INSTRUÇÕES PARA BAIXAR O LIVRO

Quando se diz Baixar um arquivo é a mesma coisa que dizer Fazer Download do arquivo. Isto significa que o arquivo em questão será transferido  do site da izabel para o seu computador. O livro prática pedagógica está compactado no formato .zip (Prática Pedagógica.zip). Após o término da transferência é preciso descompactar o arquivo.

Download:

Para começar a baixar o livro,  clique no link Download. Uma pequena janela vai se abrir e nela você deve informar que deseja salvar o arquivo e indicar a pasta na qual ele será salvo. É muito importante você memorizar esta pasta na qual ele será salvo, pois assim que terminar a transferência, você precisará abri-la. Aguarde o download terminar e abra a pasta onde o arquivo foi salvo.

Descompactando:

Estando a pasta aberta, o arquivo Prática Pedagógica.zip deve ser descompactado primeiro. Para descompactar o livro, o próprio Windows pode fazer, é só clicar com botão direito do mouse sobre o arquivo e clicar em extrair tudo. Um assistente de extração de arquivos se abrirá, clique em avançar e tecle enter. Ele lhe mostrará a pasta onde os arquivos serão salvos. Após isso é só clicar sobre a pasta descompactada.

INFORMAÇÕES DE COMO ABRIR OS ARTIGOS CONTIDOS NO SUMÁRIO DO LIVRO “PRÁTICA PEDAGÓGICA (ESTRUTURANDO PEDAGOGICAMENTE A ESCOLA)

Para acessar determinado artigo contido no sumário do livro “Prática Pedagógica” aperte a tecla control e clique sobre a linha azul, quando aparecer a mãozinha. O artigo será aberto normalmente na página pretendida.

Para retornar ao sumário, proceda da forma seguinte: Aperte a tecla control e de um clique dentro do retângulo, onde está escrito clique aqui para retornar ao sumário. O seu retorno será imediato.

A RESPEITO DAS POESIAS PUBLICADAS.

Não é fácil definir um poeta. Li, não me lembro onde: “O pintor pinta com pincéis. O poeta, com palavras”. O poeta francês Mallarmé afirma que:  “Poesia se faz com palavras e não com idéias”. Ela revela  e transmite toda emoção que o autor possui. Só alguém dotado de muita sensibilidade pode ser considerado um poeta. E é por possuir essa sensibilidade, que eu via na Izabel realmente uma poetisa.

O site contém 184 poesias (das mais de 300 que ela elaborou), sendo 52 declamadas e 132 formatadas.

Eis, nas palavras da autora do site, em uma de suas poesias, o que é ser poeta:


S E R     P O E T A


O poeta é um ser escolhido,
Na criação, multiplica os pães,
Faz, na árida terra, o grão ser colhido,
No filho pródigo, a alegria das mães.

A poesia é sua catarse maior,
Nela se refugia a cada emoção,
Se transporta para um mundo melhor,
Fantasia a dor, ilude a decepção.

Faz de um mundo belo seu refletor,
Seu porto seguro, seu esconderijo,
Transforma guerra em paz, ódio em amor,
Constrói no irreal piso rijo.

Ele canta em verso as desilusões,
Maqueia a tristeza, atrai o sorriso,
Lava a alma de injuriosas canções,
Foge da pequenez, viaja ao paraíso.

É poeta quem sabe subir ao céu,
Quem sabe o outro guardar na compreensão,
Se apoiar na fé, não se ver como réu,
Às misérias da vida, dizer não!

 

A TERCEIRA PARTE DIZ RESPEITO AOS ”ARTIGOS EDUCACIONAIS”.

Mais de meio século dedicado ao setor educacional. Este é o currículo da Izabel Sadalla Grispino. Depois de formada, exerceu por muitos anos o cargo de professora secundária. Mas, a partir de 1970, época em que ocupou o cargo de diretora substituta no magistério estadual, foi, inúmeras vezes, convocada para preparar e treinar, através da CENP – Centro Estadual de Normas Pedagógicas, monitores para todo o estado de São Paulo.

A partir daí, houve uma dedicação plena quanto às questões e problemas que tanto vêm afligindo e abalando a estrutura educacional nacional. Em seus mais de 350 artigos publicados, ela aborda todos os pontos nevrálgicos, que, de uma forma ou de outra, nos coloca, no cenário mundial, numa situação de real inferioridade.

Prezado internauta. Seja você um professor, um diretor de escola, um supervisor de ensino, um professor universitário, um estudante de pedagogia, ou apenas um cidadão brasileiro que se interessa pela cultura do nosso país, leia os artigos, analise-os, pondere com seus colegas e tire as suas próprias conclusões.

No final de cada artigo, veja a data de sua elaboração.

Que Deus nos ilumine e nos conduza a caminhos mais promissores.