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AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM: MEDIDAS EDUCATIVAS

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Izabel  Sadalla  Grispino *

Com este artigo, finalizamos os aspectos relevantes da avaliação da aprendizagem. Iniciamos com “Conceituação”, passamos para “Aspectos do Desenvolvimento”, “Momentos da Avaliação” e, hoje, terminaremos com “Medidas Educativas”.

Em Momentos da Avaliação, ressaltamos a importância das avaliações: diagnóstica e formativa. A somativa será apenas o resultado das duas primeiras.

Que técnicas podem ser usadas para avaliar? Num passado, ainda recente, os professores julgavam o desempenho do aluno em função do que eles próprios sabiam e acreditavam ter transmitido. Se o aluno assimilara tudo o que foi ensinado, tinha a nota máxima; do contrário, a quem não aprendera nada, atribuía-se zero. As notas intermediárias eram dadas na proporção dos acertos. Era o chamado método autocrático da avaliação – avaliação centrada no professor – que deixava ao mestre uma ampla margem de arbítrio.

Hoje, reage-se aos padrões apriorísticos de avaliação, que pecam, principalmente, por subjetividade. Falamos em componentes da avaliação, como a norma, o potencial, o critério, que se reverterão de maior relevância conforme as circunstâncias. Contudo, não importa o processo que se use, se uma avaliação for criteriosa, bem dosada, poderá ser justa, trazer bons resultados.

Necessário se faz levar em conta os fatores sociais do rendimento escolar, por isso os objetivos e os padrões de rendimento devem ser levantados de acordo com a realidade da classe. Compreende-se que um desempenho pode não ser de alto nível, mas aceitável em face das circunstâncias. O professor precisa ter a sensibilidade de perceber as raízes sociais do fracasso escolar, considerar que a avaliação não é um fim em si.


MEDIDAS  EDUCATIVAS

“As medidas se apoiam num tripé:               O outro objetivo distinguido,
Potencial, normativo, critério,                         O máximo desenvolvimento,
Centrada em professor não dá fé,                 Encontra intento perseguido,
Sustenta-se no poder de arbítrio.                  Comparando o grupo no evento.

A norma, o critério e o potencial,                   Na avaliação baseada em critério,
São componentes da avaliação,                    Aptidão, ritmo e potencial,
Somente o fator circunstancial                     Observados em trabalho sério,
Dirá qual entrará em ação.                             Fazem crescer conforme o pessoal.

Norma é posição dentro do grupo,               Ao considerar o potencial,    
Centrada em professor é autocrática,        Ao se achegar ao nível do aluno,
Critério e Potencial são do tipo                     Virtualidades fluem natural,
Que age de maneira democrática.               E o educando não perde o ano.


Grau de desempenho pré-fixado                   Para avaliações construtivistas,
Denota avaliação por critério,                        Estrutura e funcionamento,            
Tem estudo personalizado,                            Indissociáveis características,                                                     Molda-se aos testes de domínio.                  Assinalam o aproveitamento.

Domínio implica em exclusão mútua:          Realce é dado à auto-avaliação,
Ou o aluno dominou o objetivo,                      Um comportamento aprendido,
Ou ficou aquém e não continua;                    Pessoa responsável por sua ação,
Volta ao programa, repetitivo.                        Um ser crítico, conscientizado.


Distinguem-se entre os objetivos                 As medidas educacionais
Aqueles do mínimo essencial,                       Não se excluem, antes se completam,
Medido em avanços relativos,                       Seus valores são proporcionais,
A que cada um faz no individual.                   Circunstancialmente se revezam.”

 

* Supervisora de ensino aposentada         
(Publicado em agosto/2000)